Animais Silvestres

A mais importante é a Lei Tripoli, Lei Estadual nº 11.977/2005, que criou o Código de Proteção aos Animais do Estado de São Paulo. Esse código não trata só de cães e gatos: ele também dedica um capítulo específico aos animais silvestres, estabelecendo que eles devem, prioritariamente, permanecer em seu habitat natural e que esse habitat deve ser preservado e protegido.

Outro destaque é a criação, no próprio código, do Programa de Proteção à Fauna Silvestre do Estado. A lei prevê integração entre fiscalização, manejo e proteção da fauna, elaboração de inventário da fauna local, planos de manejo para espécies ameaçadas, parcerias com universidades e ONGs, além de colaboração direta no combate ao tráfico de animais silvestres.

A legislação também abre caminho para a implantação de Centros de Manejo de Animais Silvestres, com funções bem objetivas: atender animais silvestres vitimados, oferecer atendimento médico-veterinário e acompanhamento biológico, apoiar a fiscalização contra ocomércio ilegal e promover pesquisa e educação ambiental. Isso é um dos pontos mais fortes porque transforma proteção em estrutura pública concreta.

Na proteção direta da fauna, o código ainda estabelece a proibição da introdução de animais da fauna silvestre exótica no território do Estado e veda modalidades de caça profissional e caça amadorista ou esportiva em São Paulo. Na prática, isso reforça a preservação da biodiversidade e a defesa da fauna nativa contra exploração e captura.

Além disso, há registro oficial da ALESP de que, quando foi secretário estadual, Ricardo Tripoli criou o Programa de Proteção à Fauna Silvestre do Estado de São Paulo, reforçando que sua atuação não ficou só no discurso parlamentar, mas também passou pela estruturação administrativa da política pública.

No plano federal, outro ponto relevante foi sua reação contra medidas que, segundo sua justificativa oficial na Câmara, poderiam fragilizar o combate ao tráfico. Em 2013, Ricardo Tripoli apresentou projeto para sustar uma resolução do CONAMA, afirmando que ela favoreceria a posse de animais de origem ilegal e representaria um retrocesso no enfrentamento ao tráfico de animais silvestres.

conheça algumas

Conquistas

Cães e Gatos

Em sua trajetória pública marcada pela defesa de políticas concretas para cães e gatos, com foco em proteção animal, combate aos maus-tratos, guarda responsável, controle populacional e atendimento veterinário público.

Animais Silvestres

A mais importante é a Lei Tripoli, Lei Estadual nº 11.977/2005, que criou o Código de Proteção aos Animais do Estado de São Paulo. Esse código não trata só de cães e gatos: ele também dedica um capítulo específico aos animais silvestres.

Hospitais Veterinários

Os hospitais veterinários públicos de São Paulo se consolidaram como um dos maiores marcos da política pública de proteção animal no Brasil. A capital paulista foi pioneira ao estruturar atendimento clínico e cirúrgico gratuito para cães e gatos.

Melhor Idade

Na pauta da pessoa idosa, Ricardo Tripoli tem como um de seus principais marcos a autoria da Lei Estadual nº 9.892, de 10 de dezembro de 1997, que instituiu a Política Estadual do Idoso no Estado de São Paulo.

Qualidade de Vida

O Projeto Pomar foi uma iniciativa de recuperação ambiental e paisagística das margens do Rio Pinheiros, em São Paulo, lançada pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente em 1999.

Meio Ambiente

Na área ambiental, sua atuação reúne temas como preservação do meio ambiente, mudanças climáticas, desenvolvimento sustentável, biodiversidade, proteção do patrimônio genético brasileiro.

Abaixo-assinado por Remédios Gratuitos nos Hospitais Públicos Veterinários

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